Possuir um orçamento pessoal é essencial para o sucesso financeiro. Confira 6 passos práticos para montar o seu agora mesmo!

Orçamento pessoal: 6 passos para elaborar o seu agora mesmo!

Muitas pessoas acreditam que só é possível resolver seus problemas financeiros conseguindo muito dinheiro.

Existem, ainda, pessoas que apostam na esperança de ganhar um prêmio na loteria para conseguir finalmente equilibrar as finanças pessoais!

Caso você faça parte desse grupo, entenda que equilibrar suas finanças não depende somente da quantia que você possui, e muito menos da sorte!

Tudo irá depender de como você administra seu dinheiro, ou seja, o quanto você gasta, e o quanto você poupa.

O primeiro passo, por exemplo, é analisar quais são seus rendimentos e suas despesas.

Caso você jamais tenha feito isso, é de grande importância que você comece a manter o controle de suas finanças o quanto antes.

É claro que essa atividade requer um certo trabalho e disciplina, mas as recompensas são bem mais interessantes.

Por isso, escrevemos este artigo, para que você entenda exatamente tudo sobre orçamento pessoal e entenda como criar o seu hoje mesmo!

Então, confira abaixo nossas orientações, e mãos à obra!

O que é orçamento pessoal?

Um orçamento pessoal é uma ferramenta de planejamento financeiro, que possui o objetivo de prever gastos e organizar as finanças, para que estejam em equilíbrio sempre, ou seja, equilibrar suas despesas às suas receitas.

Ao pé da letra, um orçamento pessoal é o que vai garantir que você jamais gaste mais do que você ganha.

Logo, ao montar seu orçamento mensal, você pode passar a:

  • Entender melhor a sua própria situação financeira;
  • Conhecer quais gastos impactam mais a sua renda, definindo-os como prioritários;
  • Entender de que forma você gasta o seu dinheiro, ou seja, qual o seu hábito de consumo;
  • Ter a oportunidade de se prevenir contra situações imprevistas, se preparando com antecedência.

Não é demais? Vale ressaltar que, para conseguir esses benefícios, é preciso colocar em prática as lições que você vai aprender neste artigo e ter disciplina para manter um bom controle financeiro em seu dia a dia.

Controlando o seu orçamento pessoal

O fator principal para possuir um bom orçamento, é não torná-lo complexo e cheio de funcionalidade.

Caso contrário, de nada valerá se seu orçamento não puder ser atualizado constantemente, com informações de suas receitas e despesas mensais.

Assim, não é simplesmente elaborar um orçamento. Seguir acompanhando com suas informações reais de consumo no dia a dia é essencial para o verdadeiro sucesso do seu planejamento.

Por conta disso, encontrar uma forma de controlar o seu orçamento pessoal é de grande importância, mas é essencial optar por uma forma de realizá-lo se sentindo confortável com frequência.

Já imaginou ter o seu controle financeiro na palma das mãos? Conheça a história do melhor aplicativo de finanças pessoais do Brasil: Mobills!

Como fazer o controle do orçamento pessoal?

Existem diversas formas para acompanhar o seu orçamento pessoal, podendo ser digital ou até mesmo manual.

Mas, com certeza, a opção mais assertiva para realizar esse controle, é por meio de um aplicativo de gerenciamento financeiro.

Isso porque eles possuem a incrível vantagem de estar sempre com você, facilitando o registro de transações financeiras e evitando esquecimentos.

Por isso, esses aplicativos são de grande valia para garantir que suas informações se mantenham sempre atualizadas.

Nesse caso, o Mobills, aplicativo de gestão das finanças pessoais, é uma excelente alternativa que vai lhe ajudar na composição deste orçamento.

Contando com diversas funcionalidades essenciais como planejamento financeiro e controle de cartões de crédito, o Mobills é o gerenciador financeiro mais bem avaliado do Brasil, com mais de 200 mil avaliações!

Ademais, é importante que você saiba que há diversas funções que são exigidas em um bom aplicativo de controle de orçamento pessoal, dentre elas:

  • Registrar despesas e receitas;
  • Registrar contas;
  • Registro de cartões de crédito;
  • Definir um planejamento mensal com categorias de gastos;
  • Modo viagem;
  • Acompanhamento de saldo disponível;
  • Acompanhamento de metas;
  • Análise gráfica, entre outras.

E é claro que todas essas, e outras, funções estão disponíveis no aplicativo, tornando-o o mais completo possível.

Além disso tudo, existe ainda a possibilidade de registrar os investimentos realizados, podendo assim acompanhar suas aplicações financeiras.

Planilha de orçamento pessoal no Excel GRÁTIS

Apesar disso, existem, ainda, as pessoas que preferem realizar esse controle de forma mais manual.

Ou que preferem criar o hábito de controlar suas finanças antes de investir em um aplicativo de controle pessoal.

Para isso, existe sempre a possibilidade de realizar o seu controle por meio de planilhas de gastos mensais.

É claro que criar uma planilha do zero pode ser um tanto complicado, e foi pensando nisso que criamos uma planilha para possibilitar o seu controle financeiro!

Caso você tenha interesse, baixe nossa Planilha para Controle Financeiro Pessoal, aqui.

Assim, você não terá que se preocupar em formatar, pois ela já está pronta para o uso.

Basta alimentar com os dados de suas contas e, se precisar, adicionar e renomear categorias!

6 passos para elaborar o seu orçamento pessoal!

Agora, está na hora de partir para a prática!

Vamos ver abaixo quais são os 6 passos para garantir que o seu controle pessoal seja elaborado com sucesso. Confira!

1º – Registre e calcule todos os seus rendimentos

Por mais que pareça absurdo, muitas pessoas tentam elaborar um orçamento mesmo sem saber quanto ganham por mês.

Isso é um erro, pois antes de tudo, é essencial conseguir entender qual sua renda, para então analisar se seus hábitos estão ou não de acordo com a mesma.

Sendo assim, antes de tudo, preocupe-se em gastar menos do que ganha!

Diante disso, é correto afirmar que são as receitas, ou seja, o quanto você ganha, que definem o seu poder de consumo.

Por isso, seus gastos deverão estar de acordo com esta realidade.

E quais valores entram na lista de receitas?

Nessa etapa, é importante incluir o seu salário, rendimentos com aluguel ou até mesmo com aplicações financeiras, caso sejam relevantes.

De modo geral, é importante registrar qualquer receita que venha sendo gerada, seja ela fixa ou até mesmo uma renda extra.

2º – Analise melhor o seu contracheque!

Você sabe como funciona o seu recebimento de salário? 

Bom, se você ainda não possui plena consciência a respeito disso, é importante analisar melhor o seu contracheque.

Nele é indicado, inicialmente, o seu salário bruto. Assim, se a sua remuneração é de R$5 mil, por exemplo, isso não significa que esse é o dinheiro que entrará efetivamente na sua conta.

Por isso, é importante analisar os descontos, podendo ser contribuição sindical, convênio médico, INSS, alimentação, dentre outros.

É importante lembrar que o valor que lhe interessa em seu orçamento é o salário líquido, ou seja, já considerando os descontos.

Isso porque de nada adianta montar o seu orçamento baseado em uma quantia que não é real. 

Caso contrário, você continuará gastando mais do que ganha e, por mais que isso pareça algo muito extremo, diversos brasileiros se encontram nessa situação.

Mas não se preocupe! Agora que você sabe exatamente qual o seu ganho líquido mensal, podemos partir para o próximo passo.

3º – Analise com calma cada um de seus gastos

Nessa etapa, é o momento de listar cada uma de suas despesas fixas e variáveis.

Antes de mais nada, você deve registrar seus gastos fixos, ou seja, aqueles que não costumam variar em um curto período de tempo.

Nessa categoria, devemos enquadrar aluguéis, prestação do carro, salários de empregados domésticos, etc.

Feito isso, é importante refletir bastante a respeito de gastos semi-variáveis, ou seja, aqueles que variam, mas em baixo nível de um mês para o outro.

Nessa categoria, incluímos alimentação, conta de luz, telefone, água, etc. 

Essas despesas, apesar de parecerem controláveis, normalmente são grandes responsáveis por nossas despesas inesperadas, pois normalmente estamos esperando um valor, e por algum descuido, esses valores podem ultrapassar o esperado.

Finalmente, mapeie suas despesas variáveis, ou seja, aqueles gastos que não necessariamente são comuns todos os meses, como roupas, calçados, presentes, viagens, etc.

Além disso, tente analisar muito bem seus gastos e procurar por custos “invisíveis”, ou seja, pequenas despesas no dia a dia que roubam o seu dinheiro sem que você perceba.

Nesse quesito, planos de assinatura, deliverys ao longo da semana, plataformas de streaming, são exemplos de gastos que passam despercebidos.

Logo, tente fazer uma experiência!

Aproveite este mês para juntar todos os recibos que você receber, e caso identifique pontos que merecem atenção, ou seja, gastos elevados que realmente não são necessários, inclua-o no seu orçamento.

4º – Defina um gasto mensal por categoria

Após levantar suas rendas e despesas, é hora de definir um gasto mensal por categoria.

Nesse quesito, é importante lembrar de separar uma quantia para investir e poupar.

Portanto, crie categorias e defina quanto você pode gastar por semana e mês em cada uma delas.

Dentre essas categorias, podemos citar:

  • Alimentação;
  • Lazer;
  • Educação;
  • Moradia;
  • Vestimentas, e etc.

É claro que tudo irá depender da sua realidade, e quem irá definir quais categorias irão existir no seu orçamento, é você!

5º – Confronte os valores orçados

Após criar o seu orçamento, é necessário guardar os reais, tanto de sua renda como despesas.

Isso ajuda a entender quaisquer diferenças entre o valor estimado (orçamento) e o real.

Ah, e não se preocupe se sua realidade não for exatamente como você planejou!

Lembre-se que um orçamento é uma estratégia que deve ser modificada quando preciso e, possuir um irá lhe ajudar a perceber imediatamente quando seus hábitos estiverem saindo dos eixos.

Levando ao pé da letra, pode-se dizer que essa é a hora da verdade! 

Ao comparar quanto se gasta, com o valor recebido, você saberá exatamente qual a sua situação financeira, e como melhorá-la.

6º – Acompanhe seu orçamento e corte gastos

Nesse momento, você deve acompanhar constantemente tudo o que vem sendo feito, e conforme sua situação estiver fugindo do planejado, é essencial traçar planos de ação.

Assim, cortar gastos ou buscar novas opções de rendas alternativas, são boas formas de manter a sua realidade alinhada com o seu orçamento.

No caso de você gastar mais do que recebe, não há alternativa! Você precisa cortar gastos e fugir das dívidas.

Já quando você define um orçamento familiar, é importante conversar com os envolvidos, para que todos estejam alinhados com as finanças da família.

Por mais que você seja o responsável financeiro, sabemos que você não é o único que gasta, o que significa que todos devem estar cientes do processo.

Mas se você se encontra em uma boa situação financeira, por já possuir noções de educação financeira e conseguir poupar dinheiro, por exemplo, o próximo passo é buscar aprender como investir, melhorando mais ainda sua renda.

Método 50-30-20 de divisão do orçamento

Existem diversos métodos para lhe ajudar a alocar melhor a sua renda em um orçamento, mas neste artigo abordaremos, mais especificamente, o método 50-30-20.

Sendo um dos métodos mais comuns, ele se baseia em dividir os seus gastos em três grandes grupos:

  • Gastos essenciais: Aqueles gastos que são extremamente necessários para manter a sua estabilidade pessoal. Dentre esses gastos, podemos citar: alimentação, moradia, saúde, transporte, educação, e qualquer outro gasto que seja essencial para a sua sobrevivência. Para essa categoria, devemos direcionar metade da nossa renda (50%).
  • Qualidade de vida: São aqueles gastos que não são imprescindíveis, mas que possibilitam que você aproveite bem a vida. Como exemplo, podemos citar o lazer, presentes para pessoas queridas, e até mesmo doações. Nesta categoria, iremos ter 30% da nossa renda disponível para ser distribuída entre os gastos que desejarmos.
  •  Prioridades financeiras: A última categoria, devemos direcionar para tudo o que envolve nossas prioridades financeiras. Por exemplo, se você possui alguma dívida, sua principal prioridade deve ser quitá-las. Caso você não tenha, esse percentual do seu orçamento deve ser direcionado para poupar e construir sua reserva de emergência ou aposentadoria. Para fechar, devemos direcionar 20% de nossa renda para esta categoria.

Conclusão

Possuir um orçamento pessoal é essencial para possuir um bom planejamento e ser bem sucedido, tornando esta ferramenta algo fundamental.

É importante lembrar, ainda, que o equilíbrio financeiro não é somente alcançar uma receita igual à despesa, pois isso ainda não é saudável financeiramente!

Para alcançar um bom equilíbrio financeiro, você deve conseguir montar uma boa perspectiva de vida para os anos futuros, tornando o ato de poupar ou investir, algo essencial.

Como percebemos, seus gastos básicos não devem ultrapassar 80% de sua renda, pois é importante poupar pelo menos 20% da sua renda a cada mês.

Caso na sua situação atual esse percentual esteja abaixo do esperado, é fundamental que você reveja os seus gastos e prioridades no momento.

Assim, ficará ainda mais fácil adequar a sua situação ao seu orçamento e, consequentemente, alcançar os seus objetivos financeiros.

Nesse sentido, não deixe de utilizar o Mobills a seu favor, pois dessa forma o seu controle financeiro acontecerá de forma muito mais prática.

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Postado em: Finanças Pessoais, Planejamento Financeiro


Escrito por Carlos Terceiro

Carlos Terceiro, Fundador e CEO do Mobills, o aplicativo de finanças pessoais com o maior número de clientes no Brasil. Empreendedor movido pelo propósito de transformar a vida financeira dos brasileiros para melhor. Formado em análise de sistemas e Pós-graduando em Finanças e Investimentos pela PUCRS.

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