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Calculadora de Salário Líquido

Quer saber quanto ganha livre de descontos? Realize o cálculo exato do seu salário líquido com o nosso simulador!

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*Os resultados dessa calculadora são simulações. Podendo assim, sofrer divergências causadas por mudanças nas regulamentações e taxas. Esta página tem caráter informativo, sem valor legal. Portanto, não dispensa a consulta de um profissional da área.
*Os resultados dessa calculadora são simulações. Podendo assim, sofrer divergências causadas por mudanças nas regulamentações e taxas. Esta página tem caráter informativo, sem valor legal. Portanto, não dispensa a consulta de um profissional da área.

Como funciona o cálculo de salário líquido

Quando um funcionário começa a trabalhar em uma empresa, é informado a ele qual será seu pagamento mensal. Este valor é referente ao salário bruto (ou salário base), sem os descontos.

No entanto, esse não é o valor exato que vai para seu bolso (salário líquido). Por isso, alguns podem estranhar que os valores que constam no extrato sejam diferentes do informado no momento da contratação.

Sendo assim, para saber quanto é o seu salário líquido e como calcular, continue lendo!

Calculadora de Salário Líquido Online

Como utilizar a calculadora de salário líquido

  1. Para começar, adicione o valor do seu salário bruto, que esta anotado em sua carteira de trabalho;
  2. Em seguida, coloque o valor dos descontos, conforme esta no seu holerite;
  3. Para finalizar informe o número de dependentes e vá em “Calcular”.

Como funciona o cálculo de salário líquido

Para iniciar um cálculo de salário líquido, o primeiro dado cadastrado será o valor do salário bruto. Com essa informação você terá a base para os percentuais de descontos que serão feitos durante o processo de cálculo.

Em seguida, devem ser levantados todos os descontos realizados em um determinado mês. O INSS, o IR, desconto de vale transporte, vale refeição, planos de saúde, enfim, devem ser considerados todos os descontos.

Contudo, também é preciso somar todos os adicionais recebidos, com adicional noturno, hora extra, insalubridade, e qualquer benefício que possa ser somado no mês de referência.

Principais descontos realizados para chegar ao salário líquido

O salário líquido corresponde ao salário bruto menos os descontos oficiais. Dessa maneira, os principais descontos são os referentes ao INSS e ao Imposto de Renda.

Em relação ao INSS, eles giram em torno de 8% a 11% do salário bruto; já em relação ao imposto de renda, varia entre 7% a 27,5% do salário bruto menos o valor referente ao INSS.

Além disso, existem outros descontos, como vale transporte, vale refeição, convênio médico, entre outros que pode ser incluídos nessa soma.

Contribuição previdenciária (INSS)

Valor destinado ao Instituto Nacional do Seguro Social. As contribuições são para manter a Previdência Social, responsável por pagar pensão por morte, auxílio-doença, aposentadoria e outros benefícios.

Entretanto, o desconto está previsto em Lei e acontece durante toda todo o tempo de vida profissional, exceto depois da aposentadoria. Nesse caso, mesmo que continue a trabalhar, você não terá mais descontos referente ao INSS.

Salário Bruto / Contribuição para o INSS (ano 2021)

A porcentagem do desconto varia de acordo com três faixas salariais:

  • Se o salário bruto for de até R$ 1.556,94: alíquota de 8%
  • Salário bruto de R$ 1.556,95 a R$ 2.594,92: alíquota de 9%
  • Se o salário bruto for de R$ 2.594,93 a R$ 5.189,82: alíquota de 11%
  • Enfim, salário bruto acima de R$ 5.189,82: alíquota máxima de R$ 570,88

 Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF)

IRRF quer dizer Imposto de Renda Retido na Fonte. Todo mês, uma porcentagem referente ao imposto de renda é descontada da folha de pagamento do trabalhador.

Contudo, existe a possibilidade de recuperar esse dinheiro, com a restituição de imposto de renda, resultado da declaração anual prevista em Lei.

Tabela do IRRF

Assim como no INSS, ela varia de acordo com a faixa salarial. A diferença é que a base do cálculo é o salário bruto menos o desconto do INSS.

  • Até R$ 1.903,98: isento de imposto de renda
  • Se está entre R$ 1.903,99 e 2.826,65: alíquota de 7,5% e parcela de R$ 142,80 a deduzir do imposto
  • De R$ 2.826,66 a R$ 3.751,05: alíquota de 15% e parcela de R$ 354,80 a deduzir do imposto
  • De R$ 3.751,06 a R$ 4.664,68: alíquota de 22,5% e parcela de R$ 636,13 a deduzir do imposto
  • Acima de R$ 4.664,68: alíquota de 27,5% e parcela de R$ 869,36 a deduzir do imposto

FGTS

A contribuição mensal para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aparece no contracheque, mas esse valor não é deduzido do salário bruto. Apenas a empresa é onerada.

Isso porque, o empregador tem a obrigação de realizar um depósito referente a 8% do salário bruto em uma conta vinculada ao FGTS. Sendo assim, o depósito deve ser feito até o dia 7 de cada mês.

Empréstimo consignado

Na modalidade de empréstimo consignado o banco oferece um crédito ao cliente usando o salário como garantia de pagamento da dívida.

Dessa forma, as prestações são descontadas diretamente na folha de pagamento. Sendo assim, esse valor de desconto também deve entrar no cálculo.

Outros descontos

Demais descontos não são obrigatórios. Eles dependem da política da empresa ou de acordos com sindicato e empregado. Alguns exemplos: vale transporte, vale refeição e contribuição sindical.

Mas devem ser estipulados no contrato de trabalho e avisados ao colaborador antes de ser descontado.

Dúvidas frequentes sobre o assunto

Saber calcular o seu salário líquido pode ser muito importante. Sendo assim, separamos algumas das maiores dúvidas sobre o assunto.

Salário bruto é o valor que está anotado na sua carteira de trabalho ou que aparece no seu comprovante de pagamento como salário base.

Já o salário líquido corresponde ao salário bruto com descontos. É o que você efetivamente recebe depois dos descontos de IRRF, INSS, Vale Transporte e qualquer outro que sua empresa cobrar.

Não! Essa é uma taxa que é de total responsabilidade do empregador. Portanto é proibido o desconto do FGTS no holerite do trabalhador.

O FGTS é um tipo de poupança feita pelo empregador para garantir que o trabalhador tenha um suporte em caso de demissão sem justa causa.

Adicionais trabalhistas são valores acrescentados ao salário bruto do trabalhador que trabalha em horário e local fora do normal. São determinados por lei, então não dependem do empregador.

Por outro lado, as variáveis salariais são bônus que o empregador estipula, de acordo com uma meta ou desempenho pessoal ou da equipe. Não tem previsão legal, portanto esses acréscimos dependem do empregador.

Sim! Toda remuneração, inclusive adicional, que for recebida diretamente da empresa possui desconto. O cálculo do salário bruto é feito também levando em consideração os adicionais.

Sendo assim, descontos como INSS e Imposto de Renda também incidem sobre adicionais trabalhistas.

Não. No entanto ainda existe o mito de que não contribuir com o sindicato pode trazer algum problema para o trabalhador.

Isso porque, até 2017 essa contribuição era, sim, obrigatória, mas desde então a decisão fica a critério do colaborador.

Depende. Existe a possibilidade para ambas modalidade. Em regra a pensão deve incidir sobre o salário bruto.

Todavia, o juiz pode determina que o cálculo seja feito levando e consideração o salário líquido. Tudo depende da relação necessidade x possibilidade e do entendimento do juiz sobre o caso.


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