PIX: O que é e como funciona esse meio de pagamentos instantâneo? [Guia Completo]

Fazer PIX é transferir ou enviar um pagamento instantâneo a uma conta bancária, sem taxas e a qualquer momento. Veja todos os detalhes desse meio de transações do Banco Central!

Artigo escrito por Jennifer Figueiredo em 30 de Junho de 2021

Celular apontando para QR Code do PIX novo meio de pagamentos

O Banco Central (BC) anunciou em 2020 o lançamento do PIX, um meio de pagamentos instantâneo nacional.

Com essa novidade, todos que tiverem contas bancárias em uma das mais de 730 instituições autorizadas pelo BC, poderão transferir recursos em alguns segundos, em qualquer dia e horário.

Mas, você sabe como o PIX funciona na prática e como utilizá-lo?

Como sempre pensamos no melhor para sua educação financeira, elaboramos este conteúdo com tudo o que você precisa saber sobre esse sistema de transferências e dicas para utilizá-lo da melhor forma.

Então, boa leitura!

O que é o PIX?

PIX é uma forma de pagamento instantâneo que está em funcionamento desde 16 de novembro de 2020, criado pelo Banco Central do Brasil e disponibilizado por instituições financeiras.

Por meio dele, é possível transferir valores para qualquer conta bancária em até 10 segundos, 24h por dia, sem a cobrança de taxas para pessoas físicas e acessível financeiramente para os outros casos.

Assim, o recebedor do pagamento consegue acessar a quantia em tempo real, de forma fácil e segura, sem precisar aguardar um período de compensação.

Para que serve o PIX, afinal?

É como dizem por aí: não sabíamos o quanto a gente precisava do PIX até o seu surgimento.

O fato é que este recurso era o que a população brasileira precisava para ter mais inclusão financeira, atendendo a uma necessidade crucial que faltava nos planos e pacotes de pagamento das instituições.

O PIX possibilita amplas operações de pagamentos e transferências, independente do valor enviado ou do recebedor, seja pessoa física, empresas privadas ou governamentais. Por isso, entenda melhor para o que o PIX serve:

  • Transferir dinheiro entre pessoas;
  • Pagar por compras no comércio, seja em lojas físicas ou online;
  • Fazer pagamentos a prestadores de serviços;
  • Realizar pagamentos entre empresas;
  • Recolher receitas de Órgãos Públicos Federais como taxa, aluguel de imóvel público, serviço administrativo e educacional, multa, entre outros;
  • Quitar cobranças;
  • Pagar faturas e boletos de serviços públicos, como energia elétrica, telefone, água etc.;
  • Fazer o recolhimento de contribuições do FGTS e da Contribuição Social.

O Banco Central não estabelece um limite mínimo ou máximo para essas transações, podendo enviar qualquer quantia a partir de R$ 0,01.

Contudo, algumas instituições podem limitar esse valor máximo, como uma forma de prevenir fraudes e outras contravenções.

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Como funcionam as transferências via PIX

Casal entende a diferença entre a transferência pelo PIX e outros meios de pagamentos como Boleto, TED e DOC.
Entenda como funciona a transferência via PIX em comparação com outras modalidades

O PIX possui grandes vantagens diante dos outros métodos de transações disponíveis, como: TED, DOC, transferências e pagamentos com cartão e boleto.

Por isso, é possível enviar um valor imediato a quem precisa, sem a necessidade de ter uma lista de informações pessoais como CPF, código do banco, número da conta etc.

Então, vamos analisar a diferença entre o PIX e outras formas de pagamento, a seguir.

TED, DOC, boleto, cartão e PIX: qual a diferença?

Outros meios de pagamentosPagamentos com PIX
TED (Transferência Eletrônica Disponível):
– O pagador deve ter diferentes dados pessoais e bancários de quem vai receber;
– A operação só é processada em dias úteis, das 6h às 17h30;
– Não se sabe em que momento do dia o recebedor terá acesso ao valor;
– Não garante que envolvidos recebam uma notificação quando a transação for efetivada.
– Não requer nenhum dado bancário, apenas uma chave PIX ou QR Code;
– A operação está disponível a qualquer momento, 24h por dia;
– O recebedor tem acesso instantâneo ao valor;
– Ambos são notificados após a conclusão da transação.
DOC (Documento de Ordem de Crédito):
– Possui quase as mesmas especificações do TED, no entanto, o valor enviado por DOC só fica disponível no próximo dia útil, sem horário específico para entrar na conta;
– Limitado ao valor de R$ 4.999,99.
– O dinheiro fica disponível após alguns segundos;
– Sem limite de valor para transferência ou pagamento.
Boletos, contas e faturas:
– Só é possível pagar e receber em dias úteis;
– O pagamento pode levar até três dias úteis para ser reconhecido;
– Pode haver problemas na leitura do código de barras, complexidade na emissão de segunda via, entre outros transtornos.
– A operação é processada instantaneamente;
– Sem código de barras ou números extensos que dificultam a leitura;
– Não é preciso gerar segunda via;
– É possível utilizar o mecanismo do PIX para pagar um boleto que contém um QR Code.
Cartão de crédito, débito ou pré-pago:
– Depende do uso do cartão (físico ou digital) como instrumento de pagamento;
– Comumente utilizado para comprar bens e serviços (não para pagar contas);
– Pode conter anuidade, taxas e encargos, de acordo com cada emissora de cartão;
– Os cartões de crédito possuem limite de gastos e vencimento de fatura;
– O saldo da venda não é liberado na hora para o lojista, o processo pode levar alguns dias;
– O vendedor, no estabelecimento físico, deve portar uma maquininha para processar a transação.
– As operadoras de máquinas de cartão, geralmente, cobram taxas a cada operação e em parcelamentos.
– As transações são feitas de qualquer smartphone (em alguns casos, em pulseiras ou relógios com sistema de pagamento), desde que tenha acesso à conta bancária, pelo site ou app do banco;
– Não se limita somente a compras ou pagamento de contas, pois sua operação é ampla para qualquer uso;
– Livre de taxas para pessoa física;
– Sem limite de crédito, pois é utilizado o saldo da conta bancária;
– Não há faturas, já que o valor é debitado automaticamente;
– O recebedor tem acesso ao valor na hora;
– O vendedor não precisa gastar com maquininha.
Comparativo entre PIX, TED, DOC, Boletos e Cartões: principais diferenças entre as transações.

Chave PIX

Segundo o Banco Central, chave PIX é como é chamado o método de identificação de contas.

Portanto, ao informar uma de suas chaves previamente cadastradas, o pagador pode facilmente digitá-la na operação e o sistema irá identificar a conta da pessoa, com todos os dados e transferir o valor a ela.

A pessoa física pode cadastrar até 5 chaves PIX na conta bancária: CPF, CNPJ, número do celular, e-mail, ou formada por uma sequencia aleatória de números e letras. Por outro lado, as pessoas jurídicas podem ter até 20 chaves por conta.

Contudo, é importante lembrar que cada informação só pode ser vinculada a uma única conta, assim como uma chave, que abre apenas uma porta. Portanto, para contas diferentes, usa-se chaves diferentes.

Além disso, não é obrigatório o cadastro de chaves para enviar ou receber um PIX. Isso porque, é possível fazer o envio informando os dados da conta, assim como no TED.

No entanto, essa opção tira toda a praticidade que o PIX oferece e pode demorar mais tempo até concluir a operação.

QR code do PIX

QR code do PIX
Existem dois tipos de QR Code do PIX: dinâmico e estático.

O QR Code também é uma forma de realizar transferências pelo PIX. Mas, para isso, deve-se escolher a opção de pagamento no aplicativo bancário e apontar a câmera do celular para fazer a leitura do código.

Segundo o BC, existem dois tipos de QR Code: dinâmico e estático. Contudo, para gerá-los como forma de pagamento, é necessário ter cadastrado pelo menos uma chave PIX.

QR Code estático: para que serve e como gerá-lo

Utilizado, na maioria dos casos, por pessoas física, profissionais liberais, MEIs, pequenos comerciantes para fazer transações imediatas, sem data de vencimento estipulado.

Assim, essa operação pode ter um valor fixo definido pelo cobrador ou pode estar em aberto, permitindo que o pagador acrescente a quantia.

Para gerar um QR Code de cobrança estático, siga o passo a passo:

  1. Abra o canal oficial da instituição financeira, no app ou internet banking no computador;
  2. Depois, escolha a opção PIX para pagamentos;
  3. Selecione a opção “Cobrar com QR Code” ou semelhante;
  4. Por fim, apresente o QR Code gerado ao pagador, seja na tela do celular, computador, impresso ou envie por mensagem.

Caso a conta seja de pessoa jurídica, o banco pode cobrar alguma tarifa pela operação, tanto para gerar um código de pagamentos como para receber valores pelo PIX.

QR Code dinâmico: para que serve e como gerá-lo

O QR Code dinâmico do PIX permite trazer mais informações, o que facilita o processo de conciliação de pagamentos e a integração no sistema de vendas de um negócio.

Além disso, é possível emitir códigos com data de vencimento, cálculo de descontos, juros e multas. Desta forma, se a empresa possui muitos clientes, conseguirá emitir QR Codes em lote ou cobranças únicas.

Entenda como gerar um QR Code dinâmico:

  1. É necessário integrar o sistema da empresa com a API PIX;
  2. Essa API é padronizada pelo BC e disponibilizada pelo banco onde está cadastrado o PIX da empresa;
  3. Após a integração, será possível: gerar QR Codes dinâmicos únicos ou em lotes, verificar todos os recebimentos via QR Code do PIX e obter suporte em processos de devolução de valor;
  4. Por fim, ao integrar o API PIX, a empresa não fica presa a nenhum banco e pode mudar seus recebimentos para outra instituição.

Contudo, nenhum banco é obrigado a oferecer gratuitamente essa operação financeira do PIX e, por isso, pode haver cobrança de taxas para pessoas jurídicas.

Usando o PIX na prática

Você já usa o PIX no seu dia a dia? Se ainda não pegou o jeito ou tem medo de fazer uma operação errada, fica tranquilo, pois vamos explicar como usá-lo na prática!

Quando for fazer um PIX de pagamento ou transferir dinheiro para outra pessoa, siga esses passos:

  1. Abra o aplicativo ou site da sua instituição bancária;
  2. Escolha a opção PIX, para concluir a operação de envio;
  3. Digite a chave PIX de quem vai receber. (Caso ela não tenha chave cadastrada, basta pedir os dados bancários);
  4. Adicione o valor da transferência (a partir de R$ 0,01);
  5. Então, confira todas as informações da transação antes de confirmar;
  6. Para concluir, digite sua senha;
  7. Por fim, você pode enviar o comprovante de pagamento à pessoa, pelo celular.

Desta forma, a transação é concluída em poucos segundos e ambos recebem uma mensagem de confirmação. Prático e eficiente, concorda?

As transações pelo PIX são seguras?

É normal ficar com um pé atrás quando se trata de novidades relacionadas à operações financeiras, afinal, ninguém quer correr riscos com suas transações.

Contudo, o Banco Central garante que as informações pessoais relacionadas nas transferências do PIX estão seguras e protegidas pela lei do sigilo das operações bancárias (Lei Complementar nº 105).

Assim, como nas transações via TED e DOC, o PIX utiliza medidas de segurança, como a criptografia e autenticação para o tratamento dessas operações.

Além disso, é necessário que o portador da conta faça a autenticação das operações pode meio de senha, leitura biométrica, token ou outra medida de segurança solicitada pelo banco.

As instituições financeiras também podem impor um limite máximo de envio nas transações, de acordo com cada perfil de cliente e do canal de processamento.

Esses limites podem ser por operação, diários ou mensais. Nesse caso, é preciso verificar a disponibilidade da sua conta.

  • Portanto, em virtude de todos os mecanismos de proteção o PIX é um meio de transações seguro, até mais que outros exemplos, como cartões e transferências via TED/DOC.

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    Dicas para utilizar o PIX da melhor forma

    O PIX já é um recurso vantajoso para milhares de pessoas e o objetivo do BC é que ele evolua ainda mais com o tempo.

    Devido a sua amplitude de funcionamento, tanto para pessoas físicas, autônomos, pequenas e grandes empresas, algumas dicas podem te ajudar a usufruir desse meio de pagamento da melhor forma. Então, acompanhe!

    Pessoa física, aproveite esse sistema da melhor forma

    • Para utilizar o PIX em qualquer lugar e a qualquer hora, tenha um dispositivo móvel conectado à internet, garantindo o bom funcionamento do aplicativo do banco;
    • Se possui diferentes contas bancárias com movimentação, é interessante cadastrar pelo menos uma chave PIX em cada instituição, proporcionando mais comodidade para suas transações;
    • Verifique com seu banco se há um limite máximo para transferências no PIX definido na sua conta, desta forma, é possível evitar a frustração de ter uma operação negada;
    • Lembre-se que o PIX só é habilitado por meio de verificações de segurança, portanto, só faça transações em aplicativos ou sites logados, que solicite a confirmação de senha;
    • Sobretudo, não compartilhe suas senhas bancárias ou de login para terceiros;
    • Desconfie de e-mails ou mensagens enviadas em nome do PIX ou Banco Central, pois não há nenhum site ou aplicativo criado para esse propósito. Então, o PIX funciona unicamente por meio da sua conta bancária.

    Pessoa jurídica, veja dicas para aproveitar melhor esse sistema

    • Utilize o PIX para alavancar o seu negócio, pois muitos consumidores buscam a praticidade na hora do pagamento e com o PIX, isso é possível;
    • Crie QR Code dinâmico em lotes, para sua base de clientes, por exemplo: em uma escola particular, é possível emitir um código de pagamento para os alunos;
    • Se seu comércio utiliza sistema de vendas (restaurante, mercado, farmácia etc.), é possível gerar um QR Code automático específico para cada transação, evitando pagamentos em dinheiro ou no cartão;
    • Disponibilize QR Codes nos produtos mais populares da sua loja ou no caixa, facilitando assim a verificação de preços e o pagamento;
    • Incentive o cliente a pagar com PIX, caso ele ainda não conheça, fale sobre esse meio de pagamentos e como é fácil utilizá-lo. Lembre-se que assim, você poupa custos com a maquininha de cartão.

    Dúvidas frequentes sobre o assunto

    O que significa a palavra Pix?

    Pix é o nome escolhido pelo Banco Central para a funcionalidade de transações instantâneas, 24h por dia e disponível a todos os cidadãos com conta bancária no Brasil. Desta forma, a palavra, apesar de remeter ao conceito de tecnologia, transações e pixels, não se trata de uma sigla para uma nomenclatura maior.

    A chave funciona como uma identificação da sua conta. É um dado simples, como o CPF, número de celular, e-mail ou uma combinação aleatória, que permite identificar sua conta bancária para que receba e envie transações.

    Contudo, uma chave PIX só pode estar vinculada a uma única conta.

    Não existe um limite máximo para as transações via Pix. Mas, as instituições financeiras podem limitar um valor ao seus clientes com base no perfil bancário.

    É possível usar o PIX em todo tipo de transação, como: transferências entre pessoas, pagamento de contas, taxas e encargos governamentais, compra de bens e serviços, pagar fornecedores de uma empresa, entre outras.

    Os cidadãos em geral, são isentos de tarifas. Por outro lado, as empresas podem ser tarifadas, tanto quem paga, como quem recebe o valor. O percentual dessas taxas são definidos pelo banco.

    Para registrar a sua chave PIX, basta acessar o sistema do banco por um aplicativo ou site e procurar pela opção de registro ou cadastro de chave na conta. Porém, saiba que o procedimento pode realizar verificações de segurança como pedir senha, biometria ou reconhecimento facial.

    Não. No entanto, é recomendável que cadastre ao menos uma chave para que possa desfrutar de todo o potencial e agilidade que esse meio de pagamentos oferece.

    Em todo caso, é possível enviar e receber PIX informando os dados pessoas e bancários na transação.

    Caso o cliente decida mudar a chave PIX para uma conta de outro banco, terá que solicitar a portabilidade da chave no canal da instituição de destino.

    Assim, o banco que possui a chave atualmente enviará uma confirmação que deve ser aceita em até 7 dias.

    A portabilidade não é necessária para contas da mesma instituição financeira.

    ​O Banco Central não tem nenhuma intenção de eliminar as outros métodos de transação existentes. Assim, o PIX é uma opção adicional de pagamentos, mais acessível, mais rápida e eficaz.

    Veja como evitar golpes com o PIX!

    O PIX é seguro, assim como as outras transações já conhecidas (DOC/TED, Cartão, Boletos etc.). Desta forma, nada muda em relação a tentativas de golpes e fraudes com o PIX. Na verdade, os mesmos truques já utilizados antes, podem estar sendo aplicados aos usuários, tais como:

    • Links são enviados por e-mail, SMS ou WhatsApp, solicitando o pagamento de serviços que não foram solicitados;
    • Entram em contato solicitando dados pessoais, senhas de acessos e outras informações que não devem ser fornecidas a estranhos;
    • Passam-se por amigos, familiares e conhecidos, solicitando o envio de dinheiro emergencial. Nesse caso, contate imediatamente a pessoa e confirme a veracidade da história;
    • Criam páginas na internet ou simulam uma central de atendimento falsa e pedem seus dados bancários.

    Portanto, desconfie de toda abordagem suspeita. Na dúvida, entre em contato com seu banco!

    Como controlar os gastos e recebimentos no PIX?

    Ao longo deste conteúdo conhecemos todas as vantagens que o PIX proporciona a milhares de pessoas e que esse meio de pagamentos deve melhorar ainda mais ao longo do tempo.

    Assim, o PIX facilita as transações financeiras, sendo possível enviar e receber transferências num piscar de olhos.

    Por isso, é fundamental ter uma forma de controlar as finanças, registrar os gastos e recebimentos no PIX, de uma forma tão fácil quanto fazer uma operação. E tem!

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        Escrito por Jennifer Figueiredo Jornalista

        Jornalista pela Universidade do Oeste Paulista. Uma Redatora que ama café, séries, pets e estar na presença de pessoas queridas.

        • Jornalista;
        • Conteúdo Web e SEO.
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