Regra 50 30 20: Conheça esse método eficaz para dividir e organizar o salário!

O método 50 30 20 é uma das principais técnicas de organização do orçamento. Leia o nosso artigo e organize sua vida financeira de um jeito rápido e simples.

Artigo escrito por Carlos Terceiro em 13 de Abril de 2021

Imagem representando a regra 50 30 20 de organização do orçamento

Criar um plano financeiro nem sempre é fácil, por isso existem algumas técnicas de organização para facilitar o processo, como é o caso da regra do 50 30 20.

Antes de te apresentarmos esse modelo de orçamento, é importante lembrar que elaborar um planejamento das finanças deve ser visto não apenas como uma programação para pagar suas contas em dia, mas também como uma ferramenta de otimização da renda.

Ou seja, no seu orçamento financeiro pessoal você vai definir quanto gastar em cada categoria de despesa de acordo com suas prioridades

É nesse sentido que surge o método do 50-30-20, que te ajuda a dividir e organizar seu salário por meio da definição de percentuais para cada categoria de gastos.

Quer entender melhor como usar esse método tão prático? Então, leia este artigo até o final e descubra como organizar sua vida financeira pode ser simples!

O que é a regra 50 30 20?

A regra do 50 30 20 nada mais é do que um método de distribuição de renda. Ou seja, ele sugere uma forma ideal de utilização do nosso dinheiro.

Nesse caso, vamos considerar 3 categorias de gastos principais.

  • Necessidades: O modelo sugere que utilizemos 50% da nossa renda com gastos essenciais. Logo, devem estar incluídas nessa categoria despesas necessárias para nossa subsistência básica, como por exemplo, aluguel, alimentação, transporte etc.
  • Desejos pessoais: Todos os gastos com bens de consumo e serviços que não forem essenciais devem estar incluídos nessa categoria. Além disso, o valor máximo deve corresponder a 30% da renda.
  • Poupança e pagamento de dívidas. Com 80% dos seus ganhos comprometidos nas categorias anteriores, está na hora de separar uma parte da sua renda para quitar dívidas, montar uma reserva financeira ou diversificar a carteira de investimentos. Esta parcela representa suas economias e metas financeiras, sendo assim, deve representar pelo menos 20% da renda.

Simples, concorda? Basta separar seus gastos de forma objetiva nas três categorias acima e observar se eles obedecem aos percentuais da regra 50 30 20.

Assim, se encontrar valores mais altos nas duas primeiras categorias, ajuste seus gastos fazendo cortes e reajustando seu padrão de vida aos seu nível de ganhos.

Já na terceira categoria, o raciocínio é “quanto mais melhor”. Por exemplo, se você consegue poupar 50% da sua renda e viver confortavelmente com percentuais de 30 e 20 nas duas primeiras classes de despesas apresentadas, ótimo!

Significa que você atingirá suas metas e liberdade financeira mais rápido.

Dessa forma, mantenha a seguinte lógica em mente: as duas primeiras categorias apresentam valores máximos de gastos, já a terceira que representa o que deve economizar no mês, o percentual é o mínimo.

Como organizar o salário com a técnica 50 30 20?

Agora que você já sabe o que é e como funciona a regra 50/30/20, é hora de aprender como dividir o salário utilizando essa técnica. Vamos lá?

Casal montando o orçamento utilizando a regra 50 30 20

50% para gastos essenciais e de primeira necessidade

Para começar a aplicar o método 50 30 20 é importante conhecer todos os seus gastos nesta categoria e adequá-los o mais rápido possível aos 50%.

A maioria das pessoas, que não possuem nenhum controle de gastos, ao começarem a fazer as contas do que gastam, perceberão que suas despesas extrapolam os percentuais do método.

E, é bem provável, que a maior parte chegue, também, à conclusão de que seus orçamentos estão divididos em proporções como 70-30, sem nenhuma parcela reservada para objetivos financeiros.

Então, o que pode ser considerado como gastos essenciais?

De forma geral, despesas com:

  • Aluguel;
  • Alimentação;
  • Educação;
  • Saúde;
  • Conta de água;
  • Conta de energia;
  • Gás de cozinha;
  • Transporte; etc.

A categoria pode ser mais ou menos abrangente a depender das suas necessidades, por exemplo, para alguém que trabalha no modelo home office a conta da internet é um item de primeira necessidade, pois sem a mesma não há renda.

30% para desejos e gastos supérfluos

Nesta categoria estão os gastos com os bens de consumo considerados supérfluos que representam os itens que trazem satisfação imediata ao consumidor, mas podem levar-nos ao descontrole financeiro.

Sendo assim, devemos ter um cuidado especial, pois muitas vezes é nesta categoria que surgem os problemas.

Por exemplo, o endividamento causado pela falta de compatibilidade dos seus ganhos com os seus gastos, acúmulo de parcelas no cartão de crédito e consumismo.

Para evitar tanto as dívidas quanto sair da regra 50 30 20, é essencial viver um padrão de vida de acordo com os seus ganhos. Na verdade, o ideal é viver “um degrau abaixo”, pois isso irá garantir a economia dos 20% da renda.

Portanto, para fecharmos esse tópico, vamos citar exemplos que se encaixam como desejos:

  • Viagens;
  • Serviços de streaming ou TV a cabo;
  • Lazer (restaurante, cinema, dentre outros);
  • Compras de produtos não essenciais.

Analisando rapidamente a lista acima, percebemos que são gastos que contam com a possibilidade de cortes rápidos.

Para se adequar ao método 50 30 20 de organização do orçamento, basta cancelar serviços ou diminuir pacotes, por exemplo.

20% para pagamento de dívidas ou investimentos

Esta categoria será uma novidade para a maior parte dos adeptos dessa forma de organização financeira. Levando em consideração que não é um hábito do brasileiro constituir reservas nem economizar parte do que ganha.

Além de valores destinados a constituir uma poupança, aqui, também devem estar incluídas as parcelas de financiamentos imobiliários ou automotivos, eventuais empréstimos e contas em atraso.

O percentual de 20% do seu planejamento financeiro deve ser destinado primeiramente a quitação de dívidas, se houver.

Com as contas em ordem, o aconselhável é que comece a construir a reserva de emergência, que é um valor correspondente a pelo menos 6 meses dos seus gastos mensais.

Ou seja, se você gasta R$1.000 por mês, recomendamos que tenha pelo menos R$6.000 guardados para imprevistos.

Na prática, a reserva financeira é um “colchão financeiro” para um momento de necessidade como uma emergência de saúde, a perda inesperada de um emprego e outras fatalidades que podem acontecer.

Ela servirá para que você não precise recorrer a empréstimos, evitando pagar altas taxas por isso.

Saiba mais: Reserva de emergência: o que é, como montar e se proteger contra imprevistos financeiros

Utilizando o orçamento 50 30 20 na PRÁTICA

Primeiramente, vale deixar claro que é possível flexibilizar os percentuais, principalmente nos primeiros meses de implementação.

Pessoa segurando dinheiro

Então, você pode decidir como utilizá-lo, mas o conselho é que seu objetivo seja sempre se manter dentro dos percentuais de 50 e 30 e, se possível, diminuí-los para aumentar a representação das categorias dos 20%.

É recomendado também, em um primeiro momento, focar em quitar as dívidas e equilibrar os gastos.

Vamos ver como fazer um orçamento utilizando a regra dos 50 30 20 em um passo a passo simples? 

1. Calcule os percentuais com base na renda líquida

A renda que você deve usar para calcular os percentuais é a proveniente dos seus ganhos depois das deduções, ou seja, o salário líquido.

Dessa forma, é preciso que do salário bruto sejam retirados os valores de:

  • Descontos em folha (vale transporte, coparticipação em plano de saúde, dentre outros);
  • Impostos;
  • Tarifas bancárias.

Para o trabalhador com carteira assinada é simples saber qual seu salário líquido, basta analisar sua folha de pagamento mensal.

Para autônomos é preciso um cuidado maior, já que para se chegar na renda líquida é necessário primeiro descobrir qual foi o lucro.

Assim, separe todas as despesas e receitas operacionais, subtraia os impostos, que na maior parte das vezes é o Simples Nacional, e o resultado é seu lucro.

2. Conheça seus principais gastos

Por meio de um gerenciador financeiro fica muito mais fácil conhecer seus principais gastos e escolher o melhor método de distribuição de renda para você.

No Mobills, aplicativo de controle financeiro, por exemplo, é possível acompanhar todos os seus ganhos e gastos.

O melhor de tudo é que você consegue ainda analisar como utiliza seu dinheiro com ajuda de gráficos e relatórios personalizados.

Conheça o Mobills e organize suas finanças

Nunca foi tão simples cuidar do seu dinheiro, não é mesmo?

3. Personalize sua ferramenta de gestão financeira

Para acompanhar a divisão do seu salário da melhor maneira possível recomendamos que personalize sua ferramenta de controle financeiro.

Você pode utilizar o caderninho, uma tabela, planilhas ou mesmo aplicativos.

Em síntese, a ideia é que consiga entender quais despesas são essenciais, desejos, investimentos ou pagamentos.

Utilizando a regra 50 30 20 no Mobills

No Mobills, por exemplo, você pode categorizar suas despesas com base na regra 50 30 20 e ainda adicionar tags especificando de qual segmento são os gastos.

Assim, além de manter o controle dos gastos, ainda consegue analisar como está utilizando seu dinheiro e modificar o que for preciso.

4. Não ultrapasse os 50% com gastos essenciais

Chegou a hora de aplicar os percentuais previamente calculados com base na sua renda líquida mensal.

Busque adequar seus gastos aos percentual de cada categoria, se realmente não for possível, busque redistribuir apenas os 80%, entre as necessidades e os gastos não essenciais.

Reforçando que necessidade é tudo aquilo que impacta positivamente sua qualidade de vida.

Pare um pouco e imagine que você perdeu seu emprego e não possui nenhuma reserva, o que você cortaria?

Bom, o que sobrar são seus gastos essenciais! Este é um exercício simples de prioridades.

5. Mantenha os gastos pessoais em 30%

Aqui estarão todos os itens que tornam sua vida mais confortável e prazerosa, seu plano de internet e telefonia móvel, suas saídas para jantar, as roupas novas das crianças.

Às vezes pode ser complicado distinguir uma necessidade de um desejo. Por exemplo, alguns itens podem servir ao mesmo propósito, mas alguns serão classificados como básicos e outros como não essenciais.

Alimentos rendem uma boa ilustração, já que os produtos comprados no supermercado, em geral, são tidos como de primeira necessidade, já um lanche pedido no delivery poderia ser evitado e, portanto, entraria na categoria de “desejos”.

Conforme for praticando, essa classificação vai ficando mais simples.

6. Economize 20% dos seus ganhos

Não faz sentido criar reservas tendo dívidas a pagar.

Na regra 50 30 20 essa lógica é obedecida, quando se trata de débitos em atraso.

Assim, é primordial colocar as contas em dia, antes de começar a direcionar os 20% para reservas financeiras e investimentos.

No entanto, dívidas de longo prazo como financiamentos e empréstimos, devem estar incluídas nessa parte do orçamento, mas não impedem que ao mesmo tempo se economize dinheiro.

Para ficar mais claro vamos utilizar um exemplo em duas situações diferentes.

Imagine que Clara ganha um salário líquido de R$ 4.000.

Situação 1: Clara tem uma dívida vencida no cartão de crédito de R$ 1.000.

Composição do orçamento pela regra 50 30 20:

  • Necessidades: 50% de R$ 4.000 = R$ 2.000
  • Gastos não essenciais: 30% de  R$ 4.000 = R$ 1.200
  • Poupança e dívidas: 20% de R$ 4.000 = R$ 800

Neste caso não faz nenhum sentido Clara pagar apenas uma parte da dívida e poupar a outra. O que ela deve fazer é pagar integralmente sua dívida, se possível tirar dos itens não essenciais para saldá-la no primeiro mês.

Situação 2: Clara possui um financiamento veicular no qual paga R$ 500 por mês.

Aqui não tem problema que os outros R$ 300 sejam destinados a constituir a reserva para emergências da nossa personagem fictícia.

A propósito, Clara precisaria de pelo menos 6 x R$ 2.000 (valor das suas necessidades básicas) = R$ 12.000, para constituir este fundo para imprevistos. Levando 40 meses para juntar o valor necessário, juntando apenas R$ 300 por mês.

Principais vantagens de utilizar o sistema 50 30 20

Este é um dos modelos mais simples para organizar o salário sem deixar os princípios básicos de um bom plano financeiro de fora.

Imagem representando o tema regra 50 30 20
Casinha em cima de algumas moedas

Confira alguns deles:

  • Manter as contas em dia;
  • Evitar dívidas;
  • Poupar parte da renda;
  • Construir uma reserva financeira;
  • Garantir uma aposentadoria confortável; etc.

Dividir o salário com base na regra 50 30 20 tem inúmero benefícios, além de separar um parte dos seus ganhos para aproveitar o presente, você ainda se programa para o futuro.

Há, ainda, a vantagem de ser de simples aplicação e assertivo, principalmente para quem nunca planejou as finanças.

Você pode querer saber também…

Como deve ser dividido o salário?

A resposta para esta pergunta depende, e muito, da sua realidade financeira. Afinal, temos prioridades, renda, objetivos e outras características que nos diferenciam.

Sendo assim, é muito importante fazer um diagnóstico das suas finanças, bem como definir objetivos e metas, antes de escolher o modelo ideal para dividir o seu salário.

Qual a porcentagem ideal de gastos mensais?

Como falamos anteriormente, a porcentagem ideal é bastante relativa a cada um de nós. No entanto, existem diversos modelos de distribuição de renda que se mostram eficazes.

No caso deste artigo, por exemplo, utilizamos a regra 50 30 20 que recomenda que 50% dos seus ganhos sejam utilizados com despesas essenciais, 30% com desejos e 20% com dívidas ou poupança .

Como fazer para organizar as contas?

Primeiro de tudo é preciso fazer um diagnóstico financeiro. Para isso, você deve analisar quanto ganha e gasta mensalmente.

Além disso, é interessante também entender como está utilizando seu dinheiro.

Nesse sentido, as ferramentas de gestão das finanças são essenciais, tanto para fazer o controle da entrada e saída do dinheiro quanto facilitar a análise da sua vida financeira.

Afinal, vale a pena utilizar o método 50 30 20?

Sem dúvidas, a regra 50 30 20 é um dos melhores métodos de organização financeira. No entanto, vale lembrar que, por mais que este método seja comum, ele não se aplica a todos.

Sendo assim, você precisa considerar sua vida financeira e testar o método para saber se o mesmo se adequa ao que precisa. Caso não mostre os resultados que espera, pode adaptar para sua realidade.

Se você chegou até aqui, com toda certeza, está preparado para aplicar o método 50 30 20 e começar a tomar o controle da sua vida financeira.

Vamos colocar em prática? Deixe suas dúvidas nos comentários!


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    10 comentários publicados nesse artigo
      08/05/2021 às 07:04

      Olá, parabéns pelo trabalho!
      Tenho uma crítica ou sugestão (depende de quem a recebe).
      Hoje no Mobills, não temos como categorizar o método 50 30 20 sem antes efetivamente realizar a despesa para depois utilizar a tag e aí sim, visualizar em qual categoria ela pertence (50, 30 ou 20).
      O planejamento no app, me permite somente categorizar, mas não me permite ter uma visão futura de onde cada categoria pertence, ou seja tenho que ir no mês anterior e visualizar cada gasto mas não consigo de fato me preparar com antecedência.

      Obrigado e parabéns pelo trabalho!

        11/05/2021 às 09:01

        Olá, tudo bem? Nesse caso, sugerimos que crie uma categoria 50, outra 30 e outra 20. Então, crie subcategorias que seriam categorias se não usasse esse método. Depois, crie um planejamento para mês atual e outro para o mês seguinte. Da mesma forma, não esqueça de habilitar a opção de “incluir previsto”, que fica no canto superior direito da tela do planejamento, clicando antes nos três pontinhos.

        Caso tenha qualquer outra dúvida ou dificuldade, saiba que estamos prontos para te ajudar em mobills.me/contatosuporte.

      20/04/2021 às 20:05

      Olá, Meus gastos essenciais e desejos estão dentro da porcentagem, porém tenho um financiamento imobiliário, financiamento de uma moto e um emprestimo, que o total ultrapassa os 20%!!! Separando uma porcentagem maior, devo pagar mais de 1 parcela ou investir a diferença.

        21/04/2021 às 09:15

        Olá, Leandro! Esperamos que esteja bem. =D Nesse caso, como o pagamento de suas dívidas ultrapassa a meta de poupança ideal que o método sugere, uma alternativa é analisar seus gastos com desejos pessoais para então reduzir ou cortar aquilo que for possível. Assim, você vai conseguir aumentar sua capacidade de poupar para se livrar das dívidas mais rapidamente. Recomendo utilizar um gerenciador financeiro como o Mobills para fazer o controle de gastos e análise. Sobre a questão de investir, o ideal seria focar no pagamento das dívidas primeiro, tendo em vista as altas taxas de juros. Mas, você pode criar o hábito de poupar para investir começando com pouco, por exemplo, R$1. Conheça o desafio das 52 semanas! Abraço.

      27/03/2021 às 09:29

      Os gastos inesperados como manutenção da casa, carro ou outros serão cobertos pelo fundo de emergência, certo? Mas devo lançá-los em qual categoria? Ou não precisa registrar?

        29/03/2021 às 10:07

        Olá! Como vai? Sim, os gastos inesperados devem ser cobertos pela reserva de emergência. Quando acontecer você registra na sua ferramenta de controle financeiro conforme a categoria relacionada. Por exemplo, manutenção da casa entraria nos gastos com a categoria “Moradia”.

      21/03/2021 às 03:03

      Amei esse método gostei muito vou começar a fazer 50 30 30

        22/03/2021 às 09:02

        Excelente, Marcos. Esse é um dos melhores métodos de organização do orçamento. Sem dúvida, você terá ótimos resultados.

      04/02/2021 às 12:45

      Excelente explicação, vou começar a tentar trabalhar no planejamento, no começo é difícil, mas vou conseguir.

        04/02/2021 às 20:39

        Que bom que gostou do método 50 30 20. Agora é colocar em prática.

    🤔 Tem dúvidas ou dicas? Comenta aqui, que nossos especialistas respondem!

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      Escrito por Carlos Terceiro CEO da Mobills

      Apaixonado por finanças e investimentos, em 2014 Carlos Terceiro decidiu unir sua paixão com seu conhecimento em tecnologia para fundar o Mobills.

      • Pós graduação em finanças na PUCRS;
      • Graduado em desenvolvimento de sistemas na Estácio;
      • Investidor a mais de 10 anos.
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