Quer conhecer os melhores investimentos para 2021? Então, leia este artigo, entenda um pouco da economia atual e conheça as melhores opções de investimentos.

Melhores investimentos para 2021

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Faz parte da natureza humana, independentemente do nível de conhecimento sobre investimentos, querer saber quais são as melhores opções de investimento no mercado financeiro.

O ânimo do mercado muda, elevando e derrubando os preços, alterando, com frequência, o cenário. Então, com o final do ano chegando, fica a pergunta: quais os melhores investimentos para 2021?

Com a pandemia do novo Coronavírus que se espalhou no começo de 2020, houve um enorme cenário de incertezas no curto e no médio prazo.

Junto a isso, tivemos também uma acentuação na desaceleração da economia mundial, que já vinha acontecendo antes mesmo do início da pandemia, tornando as perspectivas nebulosas nesse período turbulento.

Sabendo disso, é importante falarmos sobre o cenário da economia e como ele impacta o mercado financeiro como um todo.

Sendo assim, leia este artigo até o final, entenda um pouco da economia atual e conheça os melhores investimentos para 2021!

Vamos lá?

Impactos do Covid-19 na economia

Com o passar dos primeiros meses de pandemia, conseguimos ter uma maior noção sobre a letalidade da doença e quais tratamentos são mais eficazes e quais não surtem efeito.

Mesmo assim, espera-se que a disponibilização de uma vacina eficiente seja um passo fundamental para que possamos voltar a normalidade.

Os especialistas da área de saúde estão contando com a possibilidade da distribuição de vacinas ainda em dezembro deste ano mas ninguém pode garantir isso até o momento.

Segundo o FMI, “é estimado uma queda de 4,9% para a economia global este ano, frente à projeção de baixa de 3% feita em abril”.

Isso indica que a recessão será mais profunda do que foi inicialmente imaginado e a recuperação, mais lenta.

Mesmo nesse cenário de incertezas, é possível nos orientarmos para escolher os melhores investimentos para proteger o capital acumulado e obter lucros com os investimentos.

Cenário pós-crise

Em 28 de setembro foi divulgado o Boletim Focus, feito pelo Banco Central (BC), uma pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

Com base nessa pesquisa, analistas do mercado financeiro previam uma queda de 5,04% no PIB deste ano e de crescimento de 3,5% no ano que vem.

A expectativa é de que, em 2021, o PIB apresente alta porque vai ter muita demanda reprimida.

Já em relação à taxa básica de juros (Selic), após a manutenção da Selic em 2% ao ano em setembro, o mercado segue prevendo estabilidade na taxa básica de juros da economia neste patamar até o fim deste ano.

Os analistas seguem estimando uma alta nos juros para o fim de 2021. A expectativa do mercado ficou estável em 2,50% ao ano.

Outras estimativas

  • Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 permaneceu em R$ 5,25. Contudo, espera-se para o final de 2021, uma taxa estável em R$ 5 por dólar;
  • Balança comercial: a projeção do saldo da balança comercial (total de exportações menos as importações) em 2020 caiu de US$ 55,30 bilhões para US$ 55,15 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado subiu de US$ 52,75 bilhões para US$ 53,31 bilhões de superávit;
  • Investimento estrangeiro: a previsão para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2020, subiu de US$ 53,76 bilhões para US$ 55 bilhões. Para o próximo ano, a estimativa subiu de US$ 67 bilhões para US$ 68,50 bilhões.

Quais são os melhores investimentos para 2021?

Essa é uma pergunta difícil de responder, primeiramente por conta do cenário de incerteza e volatilidade criado pela pandemia de Covid-19.

Em segundo lugar, a escolha do melhor ou dos melhores investimentos para 2021 vai mudar de acordo com o perfil e objetivos de cada de investidor.

Mais adiante apresentaremos uma lista com os ativos que podem compor um portfólio de sucesso em 2021.

Primeiramente, é importante ressaltar a importância de uma reserva para imprevistos financeiros.

Ou seja, ter o máximo possível de dinheiro com alta liquidez – facilidade de resgate – para que se consiga aproveitar oportunidades, arcar com despesas imprevistas ou honrar obrigações.

É importante que você conheça qual é o seu perfil de investidor e tenha clareza sobre seus objetivos, pois para cada perfil de investidor existe um investimento ideal.

Um investidor de perfil conservador, por exemplo, não deve expor uma quantia significativa do seu capital ao risco e, portanto, as ações ou fundos imobiliários devem constituir uma parte pouco expressiva do seu portfólio.

Entretanto, devemos levar em consideração a relação Risco x Retorno do investimento.

Isso significa que, investimentos mais arriscados podem render retornos mais atrativos, ainda mais quando temos uma Taxa Selic rendendo 2% ao ano, o que não cobre nem a inflação do período.

Reserva de emergência

Antes de começar a investir visando a construção de patrimônio, é muito importante que você monte uma reserva de emergência para ser usada em situações imprevistas como desemprego ou doença.

Dessa forma, nesses momentos você não irá precisar utilizar o dinheiro que está alocado em outros investimentos.

Isso porque você poderia acabar prejudicando sua rentabilidade por retirar dinheiro num momento de baixa, por exemplo.

A reserva de emergência também lhe permite aproveitar oportunidades que eventualmente apareçam.

É interessante guardar na reserva de emergência um valor que cubra os seus gastos entre 6 a 12 meses.

Utilize um app de controle financeiro ou monte uma planilha de gastos comuns do mês para chegar ao resultado do quanto você deve ter disponível na reserva financeira.

No momento de aplicar o dinheiro da reserva de emergência, é importante entender que o rendimento não é o mais importante.

O importante, na verdade, é que você procure investimentos seguros, de baixo risco e com facilidade de resgate quando for necessário.

Nesse sentido, o Tesouro Selic, é uma das alternativas mais interessantes.

Além do Tesouro Selic, alguns fundos DI e os CDBs (Certificados de Depósito Bancário) também possuem essas características.

Vale lembrar que esses investimentos são tão seguros quanto a caderneta de poupança e têm um rendimento superior.

Investimento em ações

Os investidores devem ter uma carteira de ações em seu portfólio, principalmente naquela parte do seu capital separada para investimentos de longo prazo.

Apesar da recuperação da B3 desde a forte queda no mês de março, ainda existem empresas e alguns setores descontados na bolsa.

Tratam-se de companhias ou mercados que sofrem ou sofreram mais diretamente os efeitos imediatos da crise.

Por exemplo, as empresas do setor aéreo, turismo e aquelas que de algum modo sofrem influência dela, como o setor de aluguel de carros.

O setor bancário brasileiro ainda apresenta boas oportunidades, tendo em vista que boa parte dos bancos projetaram grandes volumes de créditos de liquidação.

No entanto, pelo que tudo indica, esse volume tende a ser bem menor do que o previsto.

No segmento bancário, o Banco do Brasil (BBAS3), por exemplo, negocia hoje a um valor inferior ao patrimônio líquido, com um preço/valor patrimonial (P/PV) em torno de 0,9.

O mercado acionário na prática

Na prática, todas as ações do banco somadas valem um percentual do valor total em ativos financeiros do banco, o que certamente torna o BBAS3 uma pechincha.

É importante salientar que outros setores já se recuperaram quase que totalmente da queda de março.

Algumas estão até mais valorizadas do que antes da pandemia, como é o caso da WEG, por exemplo, que continua apresentando um aumento dos lucros trimestrais mesmo no período de pandemia.

As incertezas da crise ainda não foram dissipadas, portanto o ideal é ir montando a carteira de ações aos poucos, com pequenos aporte.

Busque conhecer o setor, as métricas financeiras e as vantagens competitivas duradouras das empresas. Busque companhias com forte geração de caixa, baixo endividamento, resultados recorrentes, entre outros fatores.

Também é importante que você diversifique seus ativos, invista em empresas de diferentes setores, tanto por questão de segurança como para potencializar a possibilidade de retorno.

Muitas vezes as empresas que dão os melhores retornos são aquelas que menos esperamos.

Por fim, evite ficar rodando a carteira – comprando e vendendo ativos, invista com mentalidade de sócio, para o longo prazo.

Dessa forma, você evita pagamento de taxas que podem comprometer o seu resultado ou ser levado a comprar ou vender de acordo com a euforia do mercado, principalmente nos primeiros anos de investimento.

Investimento em Fundos Imobiliários (FII)

Os Fundos imobiliários são compostos de ativos reais e bons pagadores de dividendos.

Além disso, para você se tornar sócio, basta comprar cotas do FII que você desejar.

Você deveria possuir milhões de reais para adquirir um galpão logístico mas, com menos de R$ 150,00 você pode ter várias opções de cotas de FIIs de logística a sua disposição.

Os FIIs oferecem ainda menor risco de liquidez. Ou seja, têm mais facilidade de encontrar comprador na hora de vender. Isso acontece porque os FIIs são negociados no ambiente de bolsa de valores e possuem muita liquidez.

Dessa forma, caso você queira vender suas cotas, o processo de venda é muito mais fácil e rápido em relação a venda de um imóvel.

Existem basicamente duas formas de lucrar com investimentos com os FIIs, uma é por meio da valorização da cota e a outra por meio da distribuição dos dividendos mensais obrigatórios derivados dos aluguéis e rendimentos.

O lucro, ou o ganho de capital, sobre a valorização da cota, tem a incidência de imposto de renda (20%), enquanto os dividendos são isentos de impostos por força da legislação vigente.

Os Fundos Imobiliários são obrigados por lei a distribuir rendimentos semestrais aos cotistas – por isso são uma boa alternativa de renda recorrente para investidores.

Aí encontramos uma das maiores vantagens em relação aos investimentos em imóveis físicos: os rendimentos dos FIIs são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas.

Busque FIIs que apresentem rendimentos constantes e/ou crescentes, que tenham uma boa administração e que tenham bons imóveis (boa localização, baixa vacância etc.).

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Postado em: Investimentos


Escrito por Hudson Maia

Engenheiro de Pesca. Doutorando da Universidade Federal do Ceará. Apaixonado pelos temas relacionados a finanças, economia e empreendedorismo.


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