14 dicas de finanças para ficar com as contas no azul em 2021

Para colocar em prática o cuidado com o seu dinheiro, selecionamos as 14 melhores dicas de finanças para você. Confira!

Artigo escrito por Larissa Brioso em 14 de Janeiro de 2021

14 dicas de finanças para ficar com as contas no azul em 2021

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O ano de 2020 não foi nada fácil para as finanças pessoais da maioria dos brasileiros. O índice de desemprego chegou a 14,4% em outubro, o que representa a maior taxa desde 2012, atingindo 13,8 milhões.

Logo, com as contas no vermelho, é preciso planejamento para que 2021 entre no azul.

De acordo com dados de um estudo realizado pela QuiteJá, plataforma de renegociação de dívidas, com a participação de 1.400 usuários da plataforma, de todos os estados brasileiros, 47,7% dos respondentes possuem dívidas entre R$ 1.000,00 e R$ 5.000,00.

Dentre elas, 24,7% têm entre 25 a 54 anos e 34,8% possuem idade entre 35 a 44 anos. Outro dado levantado pela pesquisa é que 81,4% dos respondentes possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 3.000.

Com a chegada do ano novo é comum a criação de metas e objetivos para colocar em prática no próximo ano, entre elas uma das mais comuns é ser mais organizado com as finanças.

No início do ano, uma pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), mostrava que guardar dinheiro era a principal meta financeira do brasileiro para 2020 (49%), mas a pandemia tirou esse foco.

Para colocar em prática o cuidado com o seu dinheiro, selecionamos as 14 melhores dicas de finanças para você.

Confira!

14 dicas de finanças para ficar com as contas no azul em 2021

1. Se preocupe com o controle financeiro

Tenha certeza do seguinte: dificilmente você acumulará patrimônio se não aprender a lidar com seus ganhos. Portanto, controle a entrada e saída do seu dinheiro, e planeje-se.

Afinal, não adianta ter muito dinheiro se você não o utiliza a seu favor.

2. Atenção aos bens que você adquire

Diversos bens que compramos não são os nossos melhores amigos. Um carro mais luxuoso provavelmente trará um imposto, um seguro e manutenção mais caros.

Da mesma forma, um apartamento maior provavelmente trará taxas maiores, e assim sucessivamente.

Ou seja, ao invés de te ajudar, estes ativos geram dívidas. Busque investir em ativos que geram renda, por exemplo, compre um imóvel para alugar.

3. Defina seus valores

O modo como você enxerga a vida (ou seja, sua hierarquia de valores) explica muito a seu respeito.

Por exemplo, se o valor que você considera mais importante é a segurança e o menos importante é a diversão, não tem sentido algum você querer tirar 1 mês de férias no Caribe e relaxar, pois isso poderá deixar você mais estressado ainda, com o medo de perder seu emprego.

4. Seja consciente ao consumir

Um dos maiores problemas de nossa sociedade é o consumismo. Querer sempre um carro melhor, uma casa ou apartamento maior, uma casa de praia, etc.

Por isso, é importante aprender a controlar suas compras por impulso e fazer uso de um consumo mais consciente.

5. Evite os juros

Se você paga juros sobre qualquer bem ou serviço, tem alguém do outro lado ganhando com isto. Por isso, inverta o lado do jogo, receba renda e deixe que outros paguem juros.

No mercado, para alguém ganhar, alguém tem que perder. Evite a qualquer custo pagar juros e se beneficie disso.

6. Limite seu orçamento

Estabelecer um teto de gastos para as categorias de despesas mensais ajuda a economizar e evitar desperdícios.

As áreas da saúde, moradia, transporte e alimentação são essenciais, então devem ser priorizadas. Com isso, separar uma quantia específica para usar com os gastos extras evita o consumo exagerado com itens desnecessários.

Saiba mais: Orçamento pessoal e familiar: 5 passos para fazer as melhores escolhas

7. Necessidade

Fazer uma lista do que deseja comprar é um passo fundamental para a organização. Dividir os itens nas categorias: “quero” e “necessito”, faz com que os produtos da segunda categoria tenham prioridade em relação aos da primeira.

Usar a técnica chamada “3 Ps e 1 Q” pode ser uma ótima opção.  Você deve perguntar a si mesmo se realmente PRECISA do que quer adquirir, se pode PAGAR por aquilo, se o PREÇO está bom e se realmente QUER, evitando o impulso.

8. Organização

Um dos maiores problemas dos gastos com compras excessivas é a perda de controle por falta de organização.

Roupas, calçados, livros e tudo aquilo que leva ao desejo do consumo, sempre devem estar muito bem organizados e visivelmente dispostos, assim você não esquecerá daquilo que já tem e não precisa comprar.

9. Cuidado com o cartão de crédito

Inicialmente, uma compra de valor baixo pode parecer inofensiva, mas o acúmulo de pequenos gastos pode comprometer o orçamento dos meses seguintes.

Ao optar por pagamentos parcelados, inclua o valor da fatura no seu planejamento de compras. Mas, dê preferência por opções à vista, e evite ao máximo recorrer ao cheque especial.

10. Comparação de preços

Atualmente, com a ajuda da internet, pesquisar sobre a variação de preços de um mesmo produto pode render uma boa economia.

Os valores podem variar das lojas físicas e online, além das multimarcas. Ficar atento aos cupons de desconto pode ser interessante também, pois um grande número de sites de compras, de quase todos os segmentos, oferece vouchers de descontos.

11. Corte de gastos

Em casos em que a renda mensal é menor ou próxima do total de gastos, a verificação de possíveis cortes é a melhor alternativa para evitar situações sufocantes em que a única saída seriam os empréstimos.

Atividades de lazer e entretenimento de alto custo podem ser substituídas por opções mais baratas e até mesmo gratuitas.

Além disso, conhecer e colocar em prática suas habilidades de forma criativa pode te ajudar a ganhar mais dinheiro.

12. Poupança

Guardar mensalmente uma parcela da renda total traz grandes benefícios, principalmente a longo prazo. A construção de uma poupança gera uma segurança maior dentro do planejamento financeiro.

Uma maneira para estimular essa poupança é estabelecer metas e aplicar o dinheiro em algum investimento que proporcione rendimentos.

13. Reserva para emergências

Imprevistos acontecem a qualquer hora, por isso é primordial ter uma quantia guardada para situações extremas.

A reserva de emergência pode variar dependendo de cada pessoa, porém, normalmente ela representa seis vezes o valor do custo médio mensal e é essencial para alcançar a tranquilidade financeira.

14. Registre tudo que entra e sai da sua conta

O valor de um cafézinho pode parecer que não vai impactar as suas finanças, mas se você não tiver controle sobre os pequenos gastos que são feitos no dia a dia, pode ser que você não saiba como está gastando o seu dinheiro.

Por isso, é importante encontrar uma maneira de se adaptar melhor para criar o hábito de registrar cada ganho e gasto que tem em seu cotidiano.

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2 comentários publicados nesse artigo
    15/01/2021 às 18:53

    Ótimo conteúdo parabéns pelo ótimo trabalho 👏

      18/01/2021 às 09:44

      Ficamos muito felizes em saber que gostou das nossas dicas. Já conhece o aplicativo do MobillsEdu? Aprenda conceitos de educação financeira em até 5 minutos com essa nossa ferramenta. Baixe agora: CLICANDO AQUI.

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Escrito por Larissa Brioso Educadora Financeira

Larissa Brioso é estudante de Economia e Educadora Financeira na Mobills. Possui experiência na área de marketing, SEO e criação de conteúdo com ênfase em Educação Financeira.

  • Editora-chefe do blog Mobills;
  • Estudante de economia;
  • Criadora de lições para o app MobillsEdu.
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